terça-feira, 30 de março de 2010

Hormonas que influenciam no desejo sexual?

Fique a conhecer quais são as hormonas que influenciam no desejo sexual?
Muitas hormonas individuais interagem de maneira a afectarem o grau de desejo sexual que sentimos, embora a
forma como isso funcione ainda não se compreenda por completo. As hormonas estrogénio e testosterona
desempenham um papel fundamental, mas há outras.

Estrogénio

Este é produzido nas ovários e é importante para a lubrificação vaginal e para o prazer sexual. Os níveis de
estrogénio são significativamente mais elevados nas mulheres em idade reprodutiva. Esta é uma das razões por que as mulheres pós-menopáusicas sentem uma diminuição na lubrificação vaginal e uma redução da libido.

Algumas mulheres relatam que o aumento do seu desejo sexual coincide com o momento mais fértil do seu ciclo, altura em que se verifica uma abundância de secreções estrogénicas.

Testosterona

Esta hormona, produzida nos testículos dos homens e nos ovários das mulheres, é responsável pelo desejo
sexual tanto nos homens como nas mulheres. Os níveis de testosterona nos homens começam a diminuir à medida que eles envelhecem, conduzindo a uma quebra no seu desejo sexual. De igual forma, os níveis de testosterona nas mulheres são mais elevados antes dos 20 anos e diminuem depois disso.

Serotonina

O intestino segrega mais de 95 por cento da serotonina do corpo. Esta substância quimica desempenha um papel vital na regulação do humor, incluindo a raiva, e regula também o sono, a temperatura e a sexualidade. As
mulheres precisam de serotonina para terem sensações de conforto, satisfação sexual e relaxamento.

Dopamina

Esta é uma substância química lìbertada pelo hipotálamo. A sua principal função é inibir a libertação da hormona prolactina da glândula pituitária. A dopamina está em geral associada ao sistema de prazer do cérebro, uma vez
que proporciona sensações de satisfação em certas experiências, como comer ou ter relações sexuais.

Oxitocina

Esta hormona é fabricada no hipotálamo e é segregada a partir da glândula pituitária. Está envolvida no
reconhecimento social e nos laços de ligaçao. Também possui uma função anti-stresse, portanto baixa a tensão arterial e os níveis de cortisol, a hormona de stresse, reduzindo assim a ansiedade e aumentando a tolerância à dor.

O ser humano liberta oxitocina durante o orgasmo. Nas mulheres a oxitocina é segregada em resultado da massagem e do toque, da estimulação dos mamilos e das contracções do utero durante o orgasmo. Os efeitos da oxitocina estão associados à produção de estrogénio: quando os níveis deste sobem, os efeitos da oxitocina aumentam. As mulheres são extremamente sensíveis ao toque e excitam-se com muito mais rapidez quando se encontram no periodo fértil e quando os seus níveis de estrogénio estão no seu auge, em comparação com outras alturas do mês em que estão menos ferteis e apresentam niveis mais baixos de estrogénio e de oxitocina. As
mulheres e os homens que não são muito acariciados pelos companheiros possuem níveis mais baixos de oxitocina e isso pode dar origem a níveis mais elevados de cortisol no corpo.
Tambem pode conduzir a uma deterioração gradual do relacionamento entre ambos, porque a função de ligação da oxitocina vai começar a diminuir de maneira gradual.

O hipotátamo - produz oxitocina, que é armazenada na glândula pituitária.

A glândula pituitária - segrega impulsos de oxitocina.

A oxitocina - faz baixar a tensão arterial, reduz o stresse e fomenta os laços emocionais.

A estimulação dos seios - desencadeia oxitocina, que estimula a produção de leite durante a amamentação.

A contracção do útero - durante o orgasmo liberta xitocina para a corrente sanguínea.

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